As Américas entram em uma era de tensão. Alianças podem ruir, territórios podem mudar de mãos e decisões tomadas hoje definirão o futuro do continente. Negocie, conquiste, traia ou forme alianças — cada movimento pode mudar o destino da sua nação. O mapa espera pelo próximo comandante.
As Américas entram em 2026 com economias interdependentes, cadeias de abastecimento vulneráveis e capacidades militares desiguais. Governos precisam financiar crescimento, infraestrutura, energia, comércio e defesa ao mesmo tempo.
As nações das Américas enfrentam um período de instabilidade geopolítica. A diplomacia falhou; o mapa está prestes a ser redesenhado.
A economia é o motor da simulação. A capacidade econômica de cada território condiciona produção, arrecadação, comércio, infraestrutura e a capacidade de sustentar mobilização. A mobilização militar começa em 0 para todos os territórios e aumenta apenas quando decisões, recursos e capacidade econômica permitem. A perda ou conquista territorial transfere a identidade da célula, mas não entrega automaticamente toda a capacidade econômica: produção, infraestrutura, população e administração precisam ser integradas ao longo do tempo. Custos militares, choques de comércio, inflação, desemprego, dívida, energia e alimentos propagam efeitos entre os sistemas. Nenhuma entidade é permanente: em caso de morte, renúncia, deposição, fim de mandato ou saída do mapa, a entidade deve ser editada (novo cargo ou situação) ou retirada do estado ativo, mas nunca apagada do histórico da simulação, que preserva sua trajetória e seus efeitos.