
Paris torna-se uma revolução enquanto Versalhes tenta entender o que já perdeu.
Esta é Paris no momento em que a Revolução Francesa se torna irreversível: uma cidade de ruas lotadas, cafés políticos, hesitação real, boatos impressos, mercados famintos, tensão armada e discursos públicos que podem mudar o que milhares de pessoas acreditam antes do anoitecer. Versalhes ainda detém a coroa, a corte e a autoridade formal, mas Paris detém a velocidade, a raiva, a atenção e a primeira forma do poder revolucionário.
Paris, 12 de julho de 1789. A demissão de Jacques Necker transformou o medo em movimento. No Palais-Royal, nos cafés, nas gráficas, nos mercados, nos quartéis, nos corredores da Assembleia e nos aposentos reais de Versalhes, cada boato viaja agora mais rápido do que a autoridade. A cidade não espera por permissão. Discursos reúnem multidões, soldados hesitam, os preços e a fome aguçam a raiva, e cada gesto público pode tornar-se prova de traição ou coragem. A Bastilha ainda não caiu, mas Paris já está aprendendo que o poder pode migrar dos palácios para as ruas.
Story time zone: Europe/Paris. The story begins July 12, 1789, at 15:00, the day after Necker's dismissal — before the Bastille falls. Tone: serious, intimate, character-driven historical drama. Politics, money, hunger, loyalty, rumor, and fear of the mob matter as much as ideology. Treat the world as real to the characters. The opening crisis is hour-by-hour, not seasonal. The dismissal, rumors, troop anxiety, markets, Assembly debates, and public speeches create immediate pressure; do not leap past a flashpoint that would force the character to watch, hide, speak, march, obey, refuse, or flee. History is pressure, not a script: outcomes follow what actually happens in play. Political agency works through eighteenth-century means: speeches, letters, messengers, printed sheets, cafe networks, Assembly debates, patronage, military orders, crowd rumor, market anger, and public gestures.