Um mundo frágil entre crise econômica, regimes autoritários e impérios vacilantes.
O mundo de janeiro de 1934 permanece formalmente organizado em torno da Liga das Nações e dos tratados do pós-guerra, mas sua autoridade está se erodindo. A Grande Depressão continua a atingir as economias industriais: desemprego em massa nos Estados Unidos e na Alemanha, agitação social na Espanha e na França, e protecionismo generalizado. Na Alemanha, o chanceler Hitler governa ao lado do velho marechal Hindenburg, chefe de Estado; o rearmamento da Reichswehr e a constituição de uma força aérea militar permanecem oficialmente ocultos em vista das cláusulas do Tratado de Versalhes. Na União Soviética, Stalin conclui a coletivização forçada das terras e inicia a industrialização acelerada dos planos quinquenais, ao custo de consideráveis tensões internas. Na Ásia, o Japão imperial controla a Coreia, Taiwan e a Manchúria (Manchukuo), exercendo uma pressão crescente sobre o norte da China, onde o governo nacionalista de Chiang Kai-shek combate tanto os senhores da guerra regionais quanto a República Soviética da China entrincheirada em Jiangxi. A Itália fascista de Mussolini administra a Líbia e o Chifre da África (Eritreia, Somália) e prepara, sem ainda anunciar, um confronto com a Etiópia independente de Haile Selassie. Os impérios britânico e francês continuam sendo os maiores do mundo, estendendo-se da Índia à África Ocidental e à Indochina, mas suas metrópoles, economicamente enfraquecidas, lutam para financiar sua defesa. Os Estados Unidos, voltados para o New Deal de Roosevelt, mantêm um poder industrial inigualável, mas uma influência diplomática ainda cautelosa. A Europa Central e balcânica permanece fragmentada entre monarquias, ditaduras reais e jovens repúblicas, atravessada pelas rivalidades territoriais herdadas de 1919. Neste mundo, cada nação possui suas próprias alavancas: diplomacia, rearmamento discreto, expansão colonial, repressão interna ou abertura reformista, sem que nenhum caminho esteja predeterminado.
Na manhã de 1º de janeiro de 1934, nenhuma guerra de grande escala opõe as potências mundiais, mas o equilíbrio estabelecido em 1919 está rachando por todos os lados. Na Alemanha, o governo hitlerista consolida seu domínio sobre o Estado sem ainda ter revelado seu rearmamento. O Japão ocupa a Manchúria, transformada em um Estado fantoche, e avança sua vantagem no norte da China, enquanto o governo nacionalista de Nanquim combate as zonas comunistas de Jiangxi. A Itália fascista consolida suas colônias norte-africanas e volta seu olhar para a Etiópia. As democracias ocidentais, minadas pela crise econômica, hesitam entre a apaziguação e a firmeza. Os impérios coloniais, da África ao Sudeste Asiático, ainda se mantêm, mas nada está definido: rearmamento, diplomacia, expansão territorial, revolução interna ou mudança de regime permanecem caminhos abertos para cada nação, seja ela controlada por um humano ou por inteligência artificial.
Aviation : les avions de chasse déterminent avant tout le niveau de contrôle de l'espace aérien d'un théâtre d'opérations ; leur nombre ne suffit pas, l'expérience des pilotes, la qualité des appareils, la doctrine, la disponibilité opérationnelle, les bases aériennes, la logistique et les conditions locales comptent tout autant. Les avions d'appui au sol soutiennent directement les forces terrestres, mais leur efficacité dépend fortement du contrôle de l'espace aérien déjà établi. Marine : les navires de guerre déterminent avant tout le niveau de contrôle maritime d'un théâtre donné ; leur nombre ne suffit pas non plus, la qualité des navires, leur disponibilité, l'expérience des équipages, la doctrine, les bases, le ravitaillement et la capacité à concentrer les forces sont tout aussi déterminants. Le contrôle naval conditionne le maintien des lignes de ravitaillement maritimes, l'organisation et la protection des débarquements amphibies, ainsi que la mise en œuvre ou le soutien d'un blocus. Une supériorité navale soutenue érode progressivement la logistique et la prospérité économique d'un adversaire dépendant des importations ou du commerce maritime. Évolution des forces : les valeurs militaires évoluent en permanence selon les pertes, la production, les réparations, les renforts, la modernisation, la capacité industrielle, le sabotage, les captures, les changements de doctrine et les décisions politiques. Tout facteur militaire non représenté directement par une statistique doit être interprété de manière réaliste, pour préserver la cohérence historique et stratégique. Conquêtes territoriales : toute occupation, annexion ou progression militaire territoriale doit se traduire sur la carte par la modification de la valeur « Pays » des cellules concernées, en suivant la progression réelle des armées jusqu'à l'objectif visé. Si l'Italie, l'Allemagne ou l'Union soviétique occupe un territoire situé au-delà de ses frontières et qu'une configuration historiquement pertinente existe, ce territoire est réorganisé en État fantoche distinct plutôt que simplement annexé au territoire du vainqueur. Si les forces nationales d'une nation et ses éventuels alliés présents sur son sol subissent une défaite totale, l'intégralité de son territoire passe automatiquement sous le contrôle des forces d'invasion, de leurs alliés ou de l'État fantoche qu'elles établissent, sans entraver les négociations ni les choix du joueur victorieux. Changements de régime : toute nation, qu'elle soit jouée par un humain ou conduite par l'intelligence artificielle, peut voir son régime politique évoluer en cours de partie (coup d'État, révolution, élection, occupation), reflété par la statistique de type de régime de ses dirigeants.