Três novos reinos surgem das cinzas do antigo Tartaristão em meados do século XI.
O cenário combina a história alternativa do Tartaristão com o mundo político de aproximadamente 1050. O baixo Volga e as estepes são áreas de poder móvel e fronteiras instáveis. A oeste, a Rus de Kiev, a Hungria, a Polônia e o Império Bizantino disputam influência. Ao sul e sudeste, os califados, os seljúcidas, os caracânidas e os gaznévidas controlam centros urbanos e rotas comerciais. Mais a leste, Song, Liao, Xia Ocidental, Goryeo, Pagan, Đại Việt, Dali e diferentes poderes tibetanos compõem um mosaico político.
Após a morte de Vanirduz, o antigo reino tártaro se fragmenta. Irek, Summas e Bolgus estabelecem três domínios ainda pequenos: os Cumanos no baixo Volga, o reino Sumunida no Kama e a Bulgária do Volga no setor ocidental do grande rio. Ao redor deles existem reinos e civilizações históricas do século XI, enquanto antigas alianças, rotas comerciais e rivalidades permanecem abertas.
Os três reinos sucessores começam politicamente frágeis e com recursos limitados, de modo que mudanças de lealdade e pressão sobre as fronteiras podem alterar rapidamente seu equilíbrio. Grandes campanhas dependem de organização, abastecimento e autoridade política; territórios muito distantes do centro de poder tendem a apresentar maior instabilidade. Rotas comerciais e cidades importantes aumentam o valor político e econômico das regiões que controlam.