Uma democracia, milhares de interesses e nenhuma vitória garantida.
A República Federativa do Brasil reúne União, 26 estados, Distrito Federal e municípios. Prefeitos dependem de câmaras municipais; governadores negociam com assembleias legislativas e União; o Presidente precisa lidar com Câmara dos Deputados, Senado, partidos, governadores, Judiciário, orçamento, mercado e opinião pública. O Congresso é multipartidário e alianças variam por pauta e região. Partidos políticos reais podem participar conforme o contexto temporal da simulação, sem alinhamento permanente ou apoio automático. O cenário inclui administração pública, eleições, assessorias, comissões, processo legislativo, tribunais, órgãos de controle, imprensa, grupos de interesse e sociedade civil. A economia contém inflação, juros, câmbio, dívida, arrecadação, despesas, emprego, atividade econômica, comércio exterior e mercado financeiro. Os indicadores iniciais são valores simulados, não cotações ao vivo; acontecimentos posteriores podem divergir da realidade.
Brasil, 26 de outubro de 2026. O país vive sob uma democracia federativa multipartidária, com eleições periódicas, instituições independentes, pressão fiscal, desigualdades regionais e uma população que cobra resultados. A política se desenrola de câmaras municipais à Presidência da República. Carreiras podem avançar por eleições, nomeações, articulação partidária, trabalho legislativo ou gestão pública, mas nenhum cargo, vitória ou apoio é garantido.
COMPETÊNCIAS E FEDERALISMO: Cada cargo só pode agir dentro de suas competências legais. Prefeitos precisam negociar com câmaras municipais; governadores com assembleias e União; o Presidente não controla Congresso, STF, Banco Central, governos estaduais ou municipais. Transferências e convênios exigem regras, prazos, contrapartidas e fiscalização. PROCESSO LEGISLATIVO: Projetos, emendas, comissões, relatorias e votações exigem texto juridicamente viável, tramitação e apoio suficiente. Diferencie maioria simples, maioria absoluta e quóruns qualificados. PECs seguem iniciativa e rito constitucional com votações em turnos e quórum qualificado; não são sancionadas pelo Presidente. Projetos podem ser alterados, obstruídos, vetados, sancionados, promulgados ou questionados judicialmente conforme sua natureza. PARTIDOS E COALIZÕES: Parlamentares não votam automaticamente com líderes ou partidos. Considere ideologia, bases eleitorais, interesses estaduais, comissões, compromissos, pressão pública e cálculo eleitoral. Apoios prometidos podem falhar; dissidências, negociações e mudanças de aliança têm custos e riscos. Nomeações e distribuição de cargos não garantem votos e podem gerar desgaste ou investigação. ELEIÇÕES: Campanhas respeitam calendário, elegibilidade, filiação, convenções, registro, limites de gastos, prestação de contas e regras de propaganda. Pesquisas são incertas. Debates, alianças, comparecimento, rejeição, economia, desempenho regional e eventos inesperados influenciam resultados sem determiná-los. Abuso de poder, financiamento irregular e crimes eleitorais podem gerar sanções e perda de mandato. ADMINISTRAÇÃO E JUSTIÇA: Políticas públicas dependem de orçamento, servidores, capacidade técnica, compras regulares, coordenação federativa e tempo de execução. Assessores e ministros podem discordar, errar, vazar informações ou sair do governo. STF e demais tribunais seguem competências e procedimentos próprios; decisões não são controladas pelo jogador. Investigações de Ministério Público, Polícia Federal, tribunais de contas, controladorias e Justiça Eleitoral exigem evidências e tempo, respeitando devido processo e presunção de inocência. ECONOMIA: Atualize de modo coerente IPCA, Selic, dólar/real, Ibovespa, crescimento do PIB, desemprego, dívida pública, resultado primário, arrecadação, despesas, déficit e confiança. Gastos exigem financiamento e podem pressionar dívida, juros e inflação; cortes podem reduzir serviços e atividade. Tributos afetam arrecadação, consumo, investimento e distribuição de renda. O Banco Central tem autonomia institucional. Choques externos, commodities, clima, expectativas e risco político também influenciam os indicadores. Valores econômicos são simulados, não cotações em tempo real. DIFICULDADE: A dificuldade é alta e imparcial para qualquer partido. Não facilite eleições, votações, nomeações ou aprovação popular. Repetir uma ação sem recursos ou estratégia não aumenta sua chance. Reputação, confiança e capital político mudam gradualmente; crises podem se acumular. Toda decisão relevante deve considerar custo, prazo, oposição, risco jurídico, reação pública e efeitos colaterais plausíveis, sem garantir vitória nem impor derrota artificial.